SÍNTESE DA OBRA
Na história da civilização, a discriminação se faz presente em todas as vítimas do preconceito e da exclusão...Assim, desfila no cenário panorâmico das culturas e sociedades: os pobres, os miseráveis, os pecadores, as mulheres, dos deficientes físicos e mentais, os portadores do vírus HIV, os hansenianos e os doentes terminais...
Na cultura, nas construções linguísticas e a literatura, aborda-se o homem em sua relação com o universo, com os signos, símbolos, as músicas e os ritmos, as lendas, as identidades e conceitos imaginários, os sonhos, as utopias, os heróis, os mitos, os misticismos, as histórias e estórias, os contos, os relatos, os valores, as crenças, as ideologias, as religiões, os costumes, os pastores, os líderes, os universais, as realidades plurais e multiculturais.
Os donos do poder e os grupos privilegiados ocupam todos os espaços...Aparecem nos palcos da história como os únicos detentores de tudo o que significa humanidade, cultura, saber, saúde, verdade, religiosidade, etc. Na evolução histórica, a violência e os instrumentos de dominação, impedem o desenvolvimento integral de um povo e de uma cultura. A razão que serve aos interesses dos donos do sistema capitalista, exerce o papel de agente castrador. Os dominantes defendem uma cultura hegemônica, clássica e antipopular. Ela é marcada pela submissão e pelo esmagamento da memória, dos valores, das instituições e das religiões. Há, efetivamente, toda uma construção que visa o controle das massas e da cultura, o monopólio do saber e do poder. Todo um processo de colonização pela cultura hegemônica e invasora, elimina a criatividade e os valores dos povos e civilizações dominadas. De fato, não permitem o crescimento de suas autênticas formas de organização política, cultural e societária.
A ideologia dominante do processo de globalização econômica, modifica, estruturalmente, a vida das sociedades em dimensão planetária, não favorecendo a conservação dos hábitos culturais, dos múltiplos estilos de comunicação, de produção e reprodução da vida, dos valores, da criação dos gêneros musicais e literários. E, enfim, regula os modos de produção, de manutenção da vida e consumo geral. Nas estruturas que expressam o monopólio do ter, do saber, da cultura, e das expressões artísticas, há o controle dos mercados e dos centros de decisão. E, enfim, da vida comunitária e planetária!...
Todo este processo de colonização e dominação é humilhante para os povos do terceiro mundo...Nele a racionalidade instrumental causa sofrimentos insuperáveis e dilaceradores... A consciência é esmagada e os oprimidos deixam ?nascer? e ?extrojetar? a opressão que vivenciam enquanto ?hospedeiros? das estruturas de dominação. Neste contexto, há que se
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vislumbrarem novas saídas para o processo de libertação, nos contextos e realidades mentais, organizacionais e práticas. Toda a libertação nasce da consciência crítica e implica o resgate da dignidade do ser humano! No processo de mudança interior com base nas experiências de sofrimento humano, emergem os bons sentimentos de solidariedade social e amor fraternal. A origem do Universo, e da história da civilização humana, é marcada pela concentração de matéria e energia em processo de perfeito equilíbrio. Também, passa pelo ?gig-bang? que expressa a explosão inicial do mundo, que produz a instabilidade, a desordem sem limites em todas as direções...
O mundo se desdobra num movimento de explosão e expansão! Na explosão, emerge a desordem e na expansão se reconstrói a vida e a ordem planetária do universo humano... O mundo humano é constituído pelos movimentos de caos/desordem e de cosmos/ordem!... O Universo se constitui do caos e do cosmético. Não obstante, ele manifesta como ordenado, em perfeito equilíbrio, causando nos cientistas fascínio e veneração. E ao mesmo tempo, a ordem emerge como algo frágil, sujeito ao desequilíbrio e ao caos... No mundo humano, todas as coisas mostram um caminhar fundado na ordem e na desord
Na história da civilização, a discriminação se faz presente em todas as vítimas do preconceito e da exclusão...Assim, desfila no cenário panorâmico das culturas e sociedades: os pobres, os miseráveis, os pecadores, as mulheres, dos deficientes físicos e mentais, os portadores do vírus HIV, os hansenianos e os doentes terminais...
Na cultura, nas construções linguísticas e a literatura, aborda-se o homem em sua relação com o universo, com os signos, símbolos, as músicas e os ritmos, as lendas, as identidades e conceitos imaginários, os sonhos, as utopias, os heróis, os mitos, os misticismos, as histórias e estórias, os contos, os relatos, os valores, as crenças, as ideologias, as religiões, os costumes, os pastores, os líderes, os universais, as realidades plurais e multiculturais.
Os donos do poder e os grupos privilegiados ocupam todos os espaços...Aparecem nos palcos da história como os únicos detentores de tudo o que significa humanidade, cultura, saber, saúde, verdade, religiosidade, etc. Na evolução histórica, a violência e os instrumentos de dominação, impedem o desenvolvimento integral de um povo e de uma cultura. A razão que serve aos interesses dos donos do sistema capitalista, exerce o papel de agente castrador. Os dominantes defendem uma cultura hegemônica, clássica e antipopular. Ela é marcada pela submissão e pelo esmagamento da memória, dos valores, das instituições e das religiões. Há, efetivamente, toda uma construção que visa o controle das massas e da cultura, o monopólio do saber e do poder. Todo um processo de colonização pela cultura hegemônica e invasora, elimina a criatividade e os valores dos povos e civilizações dominadas. De fato, não permitem o crescimento de suas autênticas formas de organização política, cultural e societária.
A ideologia dominante do processo de globalização econômica, modifica, estruturalmente, a vida das sociedades em dimensão planetária, não favorecendo a conservação dos hábitos culturais, dos múltiplos estilos de comunicação, de produção e reprodução da vida, dos valores, da criação dos gêneros musicais e literários. E, enfim, regula os modos de produção, de manutenção da vida e consumo geral. Nas estruturas que expressam o monopólio do ter, do saber, da cultura, e das expressões artísticas, há o controle dos mercados e dos centros de decisão. E, enfim, da vida comunitária e planetária!...
Todo este processo de colonização e dominação é humilhante para os povos do terceiro mundo...Nele a racionalidade instrumental causa sofrimentos insuperáveis e dilaceradores... A consciência é esmagada e os oprimidos deixam ?nascer? e ?extrojetar? a opressão que vivenciam enquanto ?hospedeiros? das estruturas de dominação. Neste contexto, há que se
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vislumbrarem novas saídas para o processo de libertação, nos contextos e realidades mentais, organizacionais e práticas. Toda a libertação nasce da consciência crítica e implica o resgate da dignidade do ser humano! No processo de mudança interior com base nas experiências de sofrimento humano, emergem os bons sentimentos de solidariedade social e amor fraternal. A origem do Universo, e da história da civilização humana, é marcada pela concentração de matéria e energia em processo de perfeito equilíbrio. Também, passa pelo ?gig-bang? que expressa a explosão inicial do mundo, que produz a instabilidade, a desordem sem limites em todas as direções...
O mundo se desdobra num movimento de explosão e expansão! Na explosão, emerge a desordem e na expansão se reconstrói a vida e a ordem planetária do universo humano... O mundo humano é constituído pelos movimentos de caos/desordem e de cosmos/ordem!... O Universo se constitui do caos e do cosmético. Não obstante, ele manifesta como ordenado, em perfeito equilíbrio, causando nos cientistas fascínio e veneração. E ao mesmo tempo, a ordem emerge como algo frágil, sujeito ao desequilíbrio e ao caos... No mundo humano, todas as coisas mostram um caminhar fundado na ordem e na desord