Traduzido pela primeira vez para o português, o Tratado de Fénelon (1651-1715) divide-se em duas partes. Na primeira, é desenvolvida a prova a posteriori, pelas excelências de Deus. Com insights extremamente originais, Fénelon antecipa em mais de um século as argumentações de William Paley e em mais de trezentos os argumentos contemporâneos do fine tuning do universo. Na segunda parte, Fénelon aprofunda imensamente as provas cartesianas da existência de Deus. Um clássico esquecido da filosofia francesa moderna. Tradução de Roberto Leal Ferreira.
Tratado da existência e dos atributos de Deus: Provas da existência de Deus (Salus Livro 2)
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