Um cântico para Leibowitz é um dos clássicos mais poderosos da ficção científica. Considerado por muitos um marco literário da era pós-nuclear – fruto e reflexo de um mundo tomado pelas angústias e incertezas da Guerra Fria –, esse texto brilhante e visionário é comparado a livros como 1984, de George Orwell e Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley. Após ter sido quase aniquilada por um holocausto nuclear, a Terra mergulha em uma era de trevas. O conhecimento humano, acumulado por séculos, é arrasado pela cólera daqueles que sobreviveram ao Dilúvio de Fogo. Assombrada pela herança atômica, a humanidade contempla o vazio de sua civilização perdida. Seiscentos anos depois da catástrofe, na aridez do deserto de Utah, o inusitado encontro de um jovem noviço com um velho peregrino guarda uma surpreendente descoberta, um elo frágil com o século 20. Um foco de luz sobre um mundo de sombras. Ao longo dos séculos, caberá aos monges da Ordem Albertina de São Leibowitz a tarefa de recolher, preservar e interpretar os vestígios de uma cultura remota, salvando o saber humano do completo esquecimento.
Um Cântico para Leibowitz
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