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    Um País Sem Excelências e Mordomias

    Por Wallin ,Claudia
    Existem 15 citações disponíveis para Um País Sem Excelências e Mordomias

    Sobre

    Ler este livro é algo obrigatório para todo deputado, senador, ministro, juiz, desembargador, governador, presidente, secretário, prefeito, vereador. Sobretudo para o eleitor. Para ele, é quase um guia de sobrevivência na selva da política brasileira. Claudia Wallin trata da Suécia mas impossível pensar no Brasil a cada parágrafo. Com cinismo, cólera e amargura. Ou com esperança. Porque não? Afinal prova que existem políticos que desconhecem o termo 'excelência'. Que não tem mordomias, que não aumentam seu próprio salário, não tem gabinete próprio. Que usam transporte público e não estão na vida pública para fazer fortunas. E que respeitam - e muito - o eleitor. Um sistema apoiado em três pilares: transparência, igualdade e escolaridade. Um dia, quem sabe, chegaremos lá. Ler e se envergonhar com estas páginas pode ser o começo.
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    Citações de Um País Sem Excelências e Mordomias

    Na Suécia, como em tantos outros países do mundo, a instituição da empregada doméstica não existe.

    Sempre que se faz um grande projeto de infraestrutura na Suécia, a polícia cria uma unidade anticorrupção especificamente para acompanhar o projeto de construção. Porque sabemos que há uma grande quantidade de dinheiro em jogo, um grande número de fornecedores, empreiteiros e funcionários públicos envolvidos, e portanto grandes oportunidades de se cometer atos corruptos.

    Platão, há 2.500 anos, já dizia que o castigo dos homens capazes que se recusam a participar das questões governamentais é viver sob o domínio dos homens incapazes.

    Sem direito a imunidade, políticos suecos podem ser processados e condenados como qualquer cidadão.

    UMA CONVERSA COM O DEPUTADO KENT HÄRSTEDT “Não temos luxos supérfluos. Para ter o respeito dos cidadãos que representamos, é preciso usar o dinheiro dos contribuintes de forma sensata. Há pessoas desempregadas e outros problemas em nosso país, e o dinheiro público deve ser usado de forma mais inteligente”. Kent Häsrtedt

    Nenhuma lei de transparência tem valor sem uma população vigilante

    Os políticos suecos têm o respeito dos cidadãos? KENT HÄRSTEDT: Em geral, as pessoas creem que somos indivíduos confiáveis e honestos. Talvez não aprovem tudo que nós fazemos ou decidimos, mas de modo geral os eleitores acreditam que somos pessoas íntegras. Para isso é importante que nós, deputados, não tenhamos um padrão de vida tão diferente daquele dos cidadãos que representamos. Queremos estar o mais próximo possível das condições em que vivem as pessoas que representamos, embora tenhamos uma vida diferente —

    Que futuro vê para o Brasil? HANS BLIX: O Brasil é um país que está flexionando os músculos, que se desenvolve com rapidez e está a caminho de se tornar uma superpotência econômica. Na minha opinião, a missão primordial do país neste processo é erguer as massas da pobreza, por meio de melhores escolas, melhores oportunidades e melhores condições de vida em geral. Penso que, assim como aconteceu na Suécia, o acesso da população a uma educação de qualidade e

    Que grau de corrupção o senhor diria que existe na política sueca? HANS BLIX: No século XVIII, tínhamos ainda um certo grau de corrupção, que com o tempo tornou-se cada vez menor. A corrupção é uma deformidade. E é um roubo de fato. É roubar o dinheiro dos contribuintes. Na Suécia pagamos um dos impostos mais altos do mundo, e, portanto, não queremos ser roubados. Isso exige ampla transparência governamental, fortes instituições anticorrupção e uma imprensa ágil. Um

    Um povo organizado e harmônico unia-se para corrigir desigualdades de renda e de padrão de vida, e criar uma sociedade nova e mais humana.

    O que a senhora acha do fato de trabalhar como vereadora desde 2006 sem receber salário? CHRISTINA ELFFÖRS-SJÖDIN: Acho bom, porque penso que não devemos ter vereadores pagos. Por que não? CHRISTINA ELFFÖRS-SJÖDIN: Porque estamos aqui exercendo a nossa cidadania, em uma atividade que não exige dedicação em tempo integral, e, portanto, não devemos ser pagos por isso. Se pagássemos salários a vereadores, muitos estariam aqui não por causa de um comprometimento para mudar as coisas para melhor, e sim para ganhar dinheiro e fazer carreira. Seria, então, um trabalho. E não acho que ser vereador seja um trabalho.

    Um país onde os deputados recebem cerca de 50% a mais do que ganha, em média, um professor primário.

    Uma sociedade transparente na qual a corrupção tornou-se a exceção, e não a regra. Onde

    Um país onde os deputados recebem cerca de 50% a mais do que ganha, em média, um professor primário. Onde

    A Suécia não oferece luxo aos seus políticos. Nessa sociedade essencialmente igualitária, a classe política não tem o status de uma elite bajulada, nem os privilégios de uma nobreza encastelada no poder. Sem direito a imunidade, políticos suecos podem ser processados e condenados como qualquer cidadão. Sem

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