"Quanto valem estes versos?
Um vintém? Um milhão?
Valem o esforço da leitura?
Despertam em ti emoção?"
A julgar pelos versos acima, a leitura de Vintém, primeiro livro publicado de José Huguenin, é um convite, quase uma convocação.
Há que se passear com calma pelas páginas deste livro. É um passeio breve, bem de acordo com o tempo atual, em que menos é mais, tamanho é o universo de informações com que temos que lidar. Mas nem por isso menos intenso, como é a experiência estética que só os verdadeiros Artistas (assim mesmo, com A maiúsculo) podem proporcionar.
É preciso chegar ao final deste passeio para responder ao autor quanto valem e para que servem os versos reunidos no livro.
Uma coisa é certa: leitor algum abandonará o passeio pela metade.
"Quanto valem estes versos?
Um vintém? Um milhão?
Servem para serem esquecidos?
Ou guardados no coração?"
Um vintém? Um milhão?
Valem o esforço da leitura?
Despertam em ti emoção?"
A julgar pelos versos acima, a leitura de Vintém, primeiro livro publicado de José Huguenin, é um convite, quase uma convocação.
Há que se passear com calma pelas páginas deste livro. É um passeio breve, bem de acordo com o tempo atual, em que menos é mais, tamanho é o universo de informações com que temos que lidar. Mas nem por isso menos intenso, como é a experiência estética que só os verdadeiros Artistas (assim mesmo, com A maiúsculo) podem proporcionar.
É preciso chegar ao final deste passeio para responder ao autor quanto valem e para que servem os versos reunidos no livro.
Uma coisa é certa: leitor algum abandonará o passeio pela metade.
"Quanto valem estes versos?
Um vintém? Um milhão?
Servem para serem esquecidos?
Ou guardados no coração?"