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    Quem me roubou de mim?

    Por Pe. Fábio de Melo
    Existem 15 citações disponíveis para Quem me roubou de mim?

    Sobre

    Entre os mais vendidos da VEJA. Em Quem me roubou de mim? Padre Fábio de Melo aborda uma violência sutil, mas destruidora, que aflige muitas pessoas: o sequestro da subjetividade. Essa expressão pouco comum refere-se à privação que sofremos de nós mesmos quando estabelecemos com alguém, nas palavras do próprio autor, um vínculo que mina nossa capacidade de ser quem somos, de pensar por nós mesmos, de exercer nossa autonomia, de tomar decisões e exercer nossa liberdade de escolha. Uma vez sequestrados, perdemos a capacidade de sonhar, ficamos impossibilitados de viver as realizações para as quais fomos feitos e não temos com quem reclamar. Precisamos, portanto, estar sempre atentos para que isso não nos aconteça pois, como escreve padre Fábio: Nenhuma relação humana está privada de se transformar em roubo, perda de identidade, ainda que as pessoas nos pareçam bem-intencionadas. Um só descuido e as relações podem evoluir para essa violência silenciosa. Basta que as pessoas se percam de seus referenciais, [...] que confundam o amor com posse, que abram mão de suas identidades, e que se ausentem de si mesmas.
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    Citações de Quem me roubou de mim?

    A Psicologia nos ensina que quanto mais integrada estiver uma pessoa, isto é, quanto mais ela estiver segura de si mesma, conhecedora de sua verdade, reconciliada com seus limites e ativa no desenvolvimento de suas possibilidades, maior será sua capacidade de construir vínculos saudáveis.

    O amor talvez seja isso. Encontro de partes que se complementam, porque se respeitam. E, no ato de se respeitarem, ampliam o mundo um do outro. O recém-chegado não reduz o mundo de quem se deixou encontrar. Porque o amor não empobrece. O amor, mesmo quando divide, só multiplica.

    O amor verdadeiro nunca nos esgota, pois ele não brota de nossa liberdade interior. Numa relação madura, as partes não se cansam. Pode até haver conflito, mas nunca o esgotamento da disposição de continuarem juntos.

    Sentir medo é um jeito estranho de atribuir autoridade a alguém. Temer uma realidade ou uma pessoa é o mesmo que lhe entregar o direito de nos assombrar constantemente. Sempre que estamos paralisados pelo medo, de alguma forma, estamos privados de nós mesmos.

    Ao ser privada de ter alguém que lhe diga não no momento certo, o não que a protegerá de sofrimentos futuros, a criança está sendo violentada. O exercício da autoridade consiste em zelar pela criança. A tutela responsável considera que menores não podem ser expostos a situações para as quais não estão preparados.

    Só podemos dar aquilo que temos. Se nos falta amor-próprio, é certo que não teremos amor a oferecer.

    Não querer errar é uma fragilidade terrível. O medo do erro nos neutraliza as forças e não nos permite ir além de nosso pequeno mundo. O

    Portanto, é violência permitir que assuntos que não são próprios do universo infantil sejam tratados na presença de crianças. É violência cada vez que uma criança é vestida como se fosse um adulto, e dela é solicitado um comportamento que não condiz com sua idade. Expor

    Vivemos constantemente o ciclo dos desejos. A realização de um já é o início de outro, e assim vamos nesse movimento sem fim. Enquanto estivermos vivos, seremos seres desejantes.

    Se nós dizemos que amamos, então precisamos ser instrumentos de libertação na vida dos que dizemos amar.

    Muitas doenças nascem da consciência infeliz, da dura necessi-dade de ter de assumir, não ao outro, mas a nós mesmos, de que a vida foi covardemente desperdiçada, de que não vivemos como poderíamos ter vivido. Que

    Precisamos entender que não existe ser humano ideal. O que existe é o ser humano certo. O ser humano ideal não possui defeitos. O ser humano certo tem defeitos, qualidades, e na soma de tudo é um resultado em que você resolve acreditar. O

    Toda vez que um relacionamento fragiliza a capacidade de o indivíduo dispor de suas possibilidades, ele o acorrenta num egoísmo condenatório que o priva de conhecer a beleza de um amor gratuito. Sendo assim, esse ser humano se limitará a ser caricatura de si mesmo, terá de abrir mão da possibilidade de ter um rosto pessoal para ostentar a farsa que o cativeiro lhe colou na face.

    O reconhecimento dos limites favorece o desenvolvimento das possibilidades. Sim,

    Cada um, ao seu modo e intensidade, está intervindo no processo dos que estão mais próximos. Creio que seja sempre necessária uma análise minuciosa de nossa influência na vida dos que estão mais próximos de nós.

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