Dançaram até ás 3 da madrugada. Então foram convidados para uma noite dos sonhos, pois ela sabia que tinham sidos convidados Mauro por serem pessoas abertas e ligadas a sexo sem compromisso e falso pudor. Chegou ao apartamento Sheila esse era o seu nome. Colocou um disco prá tocar baixinho foi até a cozinha pegar gelo e copos, derramou run e coca-cola nos copos, voltou para pegar fatias de limão, bebeu e beijou o Mauro, beijou também a minha parceira na boca. Foi até um dos quartos voltou com a mão cheia de revistas de sacanagem sueca colorida, jogou sobre a mesinha de centro na frente do sofá. Por impulso, cada um pegou uma, já que aqui no Rio esse tipo de revista de sacanagem era raro.
Durante alguns minutos todos ficamos olhando a revista em silêncio, as nossas começaram a ficar ofegante. Até que ela quebrou o silêncio e me beijou na boca, levou logo a sua mão para a minha pica apertando e olhando para o Mauro seu parceiro que imediatamente se levantou e puxou a puta pelo braço e começaram a se beijar. Todos estavam abraçados e excitados devido à bebida e a atmosfera sensual, a música foi interrompida até começar a tocar novamente outro disco suave, começamos a nos despir.
Ela tinha um seio lindo como uma pra, dura e macia ao mesmo tempo, enfie tudo em minha boca, enquanto metia o dedo dentro de sua calcinha, começou a gemer e me beijar sem falar nada, se ajoelhou e meteu a minha pica toda em sua linda boca, quente, molhada e cheia de fome como não tivesse chupado uma pica há vários anos. Levantei-a, ajudei a tirar o vestido. Fiquei impressionado seu belo corpo.
Pele branca, dourada devido à exposição ao sol com muito cuidado, deixando-o a sua pele da cor do ouro ligeiramente rosa, boca carnuda, dentes bem tratados lindos, com aroma de tu ti do chiclete, ajudei a tirar a sua calcinha já de joelho diante daquela visão espetacular, sua boceta tipo capu de fusca coberto com pelos da cor de marrom glacê, com aroma de flores do campo misturado ao seu hormônio que já devia estar produzindo em cascata, pois sua boceta estava toda molhada, separei os pelos, meti a língua para localizar o segredo de seu cofre, para abrir a mais bela boceta do mundo.
Localizei o que nós cafetão chamamos de chave do cofre. Seu grilinho durinho, pronto para ser chupado com muita classe e técnica. Passei a morder levemente e a lamber em seguida. Ela pedia para parar, mas enterrava a minha cabeça com suas duas mãos como quisesse que minha língua jamais saísse de dentro de sua boceta. Fazia pressão para não parar. Mas, pedia para parar. A puta já estava com a saia levantada com a calcinha arriada até seus pés sentada na pica de Mauro. Estava começando a gemer alto a ponto de Sheila pedir com o dedo levado a boca pedindo para fazerem silêncio. Afastou a minha cabeça de sua bela boceta, e disse. Vamos tomar banho e ir para o quarto mais em silêncio por causa da vizinhança.
Tomamos mais cuba libre, acendi um cigarro até que ela saísse do banheiro. Os dois também voltaram a se sentar no sofá se beijando sofregamente. Ela voltou e disse que cada um deve tomar banho sozinho para não chamar a atenção de ninguém devido proximidade das paredes. Fui logo em seguida para o banheiro. Voltei para sala, ela pegou a minha mão só enrolada em toalha vamos até a cozinha atrás de azeitonas.
Pegou o vidro na geladeira, abriu colocou uma em minha boca em seguida me beijou, eu apertei o lindo seio, beijei-a, caminhamos pelo pequeno corredor até a porta do quarto. Ela fechou a janela e ligou um ventilador de canto, como fazia barulho ia nos ajudar a esconder os nossos.
Deitou na cama, abri suas pernas e mergulhei dentro de sua boceta como minha língua a procura da chave do cofre (Grelinho), agora chupei com mais intensidade, separando os lábios da boceta mais gostosa do mundo. Mordia, soltava e lambia, lambia, introduzia de novo a língua como se fosse minha pica até o fundo daquela boceta carnuda, mordi de novo aquele grelinho durinho, soltava e lambia, e
Durante alguns minutos todos ficamos olhando a revista em silêncio, as nossas começaram a ficar ofegante. Até que ela quebrou o silêncio e me beijou na boca, levou logo a sua mão para a minha pica apertando e olhando para o Mauro seu parceiro que imediatamente se levantou e puxou a puta pelo braço e começaram a se beijar. Todos estavam abraçados e excitados devido à bebida e a atmosfera sensual, a música foi interrompida até começar a tocar novamente outro disco suave, começamos a nos despir.
Ela tinha um seio lindo como uma pra, dura e macia ao mesmo tempo, enfie tudo em minha boca, enquanto metia o dedo dentro de sua calcinha, começou a gemer e me beijar sem falar nada, se ajoelhou e meteu a minha pica toda em sua linda boca, quente, molhada e cheia de fome como não tivesse chupado uma pica há vários anos. Levantei-a, ajudei a tirar o vestido. Fiquei impressionado seu belo corpo.
Pele branca, dourada devido à exposição ao sol com muito cuidado, deixando-o a sua pele da cor do ouro ligeiramente rosa, boca carnuda, dentes bem tratados lindos, com aroma de tu ti do chiclete, ajudei a tirar a sua calcinha já de joelho diante daquela visão espetacular, sua boceta tipo capu de fusca coberto com pelos da cor de marrom glacê, com aroma de flores do campo misturado ao seu hormônio que já devia estar produzindo em cascata, pois sua boceta estava toda molhada, separei os pelos, meti a língua para localizar o segredo de seu cofre, para abrir a mais bela boceta do mundo.
Localizei o que nós cafetão chamamos de chave do cofre. Seu grilinho durinho, pronto para ser chupado com muita classe e técnica. Passei a morder levemente e a lamber em seguida. Ela pedia para parar, mas enterrava a minha cabeça com suas duas mãos como quisesse que minha língua jamais saísse de dentro de sua boceta. Fazia pressão para não parar. Mas, pedia para parar. A puta já estava com a saia levantada com a calcinha arriada até seus pés sentada na pica de Mauro. Estava começando a gemer alto a ponto de Sheila pedir com o dedo levado a boca pedindo para fazerem silêncio. Afastou a minha cabeça de sua bela boceta, e disse. Vamos tomar banho e ir para o quarto mais em silêncio por causa da vizinhança.
Tomamos mais cuba libre, acendi um cigarro até que ela saísse do banheiro. Os dois também voltaram a se sentar no sofá se beijando sofregamente. Ela voltou e disse que cada um deve tomar banho sozinho para não chamar a atenção de ninguém devido proximidade das paredes. Fui logo em seguida para o banheiro. Voltei para sala, ela pegou a minha mão só enrolada em toalha vamos até a cozinha atrás de azeitonas.
Pegou o vidro na geladeira, abriu colocou uma em minha boca em seguida me beijou, eu apertei o lindo seio, beijei-a, caminhamos pelo pequeno corredor até a porta do quarto. Ela fechou a janela e ligou um ventilador de canto, como fazia barulho ia nos ajudar a esconder os nossos.
Deitou na cama, abri suas pernas e mergulhei dentro de sua boceta como minha língua a procura da chave do cofre (Grelinho), agora chupei com mais intensidade, separando os lábios da boceta mais gostosa do mundo. Mordia, soltava e lambia, lambia, introduzia de novo a língua como se fosse minha pica até o fundo daquela boceta carnuda, mordi de novo aquele grelinho durinho, soltava e lambia, e